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19 de abr. de 2010

Decidir bem pode parecer simples, mas não é fácil


Você se sente seguro para tomar decisões? Considera-se um expert na arte de dicidir? Costuma ouvir às partes antes de tomar uma decisão?

Saiba que pequenos cuidados podem evitar frustrações, como por exemplo:


1 - Pessoas: escolha com cuidados as pessoas a serem envolvidas;

2 - Contexto: em que tipo de ambiente a decisão será tomada;

3 - Comunicação: como comunicar à decisão e como conseguir interação das partes;

4 - Controle – Como controlar o processo e o conteúdo da decisão;

5 - Metas – Estabelecer metas que sejam:

A - Específicas (conteúdo e tempo) – Os envolvidos devem saber, exatamente, o que será alcançado. Deve haver tempo limite para cada etapa;

B – Mensurável – Quando as metas puderem ser quantificadas;

C – Alcançável – O que for estabelecido deve estar ao alcance dos envolvidos, além de servir como fator motivacional;


D – Realista – Deve-se ter os meios adequados para alcançá-las;

6 - Plano de ação – Sem um bom plano de ação, dificilmente chegará onde se espera;


7 - Agir – cuidado para não perder o tempo ideal para decidir.

Pense nisso e ótimo dia,

10 de fev. de 2010

A sapiência de saber ouvir

Você sinceramente já parou para refletir como o ouvir com sapiência interfere em nossa vida? Confesso que não havia pensado tanto no assunto, como após ter assistido, recentemente, uma palestra na Índia.

Um conferencista de lá revelou que talvez 80% do trabalho de uma pessoa depende da capacidade de bom ouvinte do interlocutor, ou seja, da outra parte querer nos ouvir com atenção.

Daí, parei para pensar em algumas situações nas quais eu havia me envolvido nas últimas semanas e acabei concluindo que muitos dos problemas que tive em administrar, ocorreu devido alguém não ouvir o que eu disse ou interpretar de forma distorcida.

Diante disso, tenho atentado para a qualidade da minha comunicação. Pois, ela é o elo mais importante na relação entre pessoas e, quase sempre, é subestimado. Para Anthony Robbins "A forma como comunicamos uns com os outros e com nós mesmos, em última instância, determina a qualidade de nossas vidas".

Pense nisso e ótima semana,

1 de dez. de 2009

Você não terá uma segunda chance

Para que serve a comunicação? Quase tudo na vida depende de boa comunicação e capacidade de se relacionar. Mas, muita gente não dá muito valor ao desenvolvimento destas duas habilidades.

Para ser um comunicador convincente, você precisa saber usar a energia e o entusiasmo. Os grandes comunicadores sabem que precisam explicar de forma eficiente se quiserem conquistar a atenção do ouvinte.

Ao comunicador não basta “vomitar” a sua mensagem. É preciso emoção e interesse pelas pessoas. Dale Carnegie dizia: “Você pode fazer muito mais amigos em dois meses interessando-se pelas pessoas do que conseguiria fazer em dois anos, tentando
fazer as pessoas se interessarem por você”.

Recorra a metáforas somente se elas forem úteis para apoiar a sua argumentação. Daí, é apontar o que você quer que as pessoas façam evidenciando expectativas claras e objetivas. Cuidado para não perder o rumo com muitos detalhes e confundir o seu ouvinte.

Lembre-se do que dizia Danuza Leão: “Você nunca terá uma segunda chance de provocar a primeira boa impressão”.

Pense nisso e ótimo dia