arrisca-se
mais do que os outros julgam ser seguro,
sonha
mais do que os outros julgam ser prático,
e
espera mais do que os outros julgam ser possível.”
(Vince
Lombardi)
As oportunidades vêm e se vão... Ou você se
foca e acerta no alvo, ou você vira as costas e desiste...
É de dias coloridos que a felicidade
é feita!
Então a gente aprende, que um tombo pode significar um belo
começo.
Que nada dói pra sempre. Que a fé é o melhor remédio, aliada ao tempo.
Que
o sol sempre vai brilhar e sempre teremos um céu azul e uma noite estrelada
para lembrarmos como a vida pode ser bonita...
Em 1986, fiz pela primeira e única vez a peregrinação conhecida como Caminho de Santiago, experiência que descrevo em meu primeiro livro, “O Diario de um Mago”. Tínhamos acabado de subir uma pequena elevação e meu guia, a quem chamo de Petrus (embora não seja esse o seu nome), me disse:
“Depois de muito esforço, terminamos aprendendo a lutar, e então já não temos a mesma coragem para combater. Por causa disto, nos voltamos contra nós e combatemos a nós mesmos, e passamos a ser nosso pior inimigo. Dizemos que nossos sonhos eram infantis, difíceis de realizar, ou fruto de nosso desconhecimento das realidades da vida. Matamos nossos sonhos porque temos medo de combater o Bom Combate.
” Quando renunciamos aos nossos sonhos e encontramos a paz, temos um pequeno período de tranqüilidade. Mas os sonhos mortos começam a apodrecer dentro de nós, e infestar todo o ambiente em que vivemos. “Começamos a nos tornar cruéis com aqueles que nos cercam, e finalmente passamos a dirigir esta crueldade contra nós mesmos. Surgem as doenças e as psicoses.
"Conta uma velha lenda budista que um menino tinha mau gênio. Seu pai, um
velho sábio, deu-lhe um saco de pregos e lhe disse que, a cada vez que perdesse
a paciência, ele deveria pregar um prego atrás da porta. No primeiro dia, o
menino pregou trinta-e-sete pregos.
Seu sábio pai pegou-o pela mão, levou-o até a porta e disse: “Meu
filho, noto que tens trabalhado duro, mas veja todos estes buracos na porta.
Nunca mais será a mesma. Cada vez que perdes a paciência e sentes raiva, deixas
cicatrizes exatamente como as que vês aqui. Tu podes insultar alguém e retirar
o insulto, mas, dependendo da maneira como falas, poderás ser devastador e a
cicatriz ficará para sempre. Uma ofensa verbal pode ser tão daninha quanto uma
ofensa física."