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7 de set. de 2012

Artista paraplégica cria cadeira de rodas subaquática


A artista Sue Austin, paraplégica desde 1996, desenvolveu um novo conceito de cadeira de rodas. Ela criou uma cadeira motorizada flutuante para ser utilizada em provas aquáticas. Porém, como deficiente, ela sabia antes mesmo de criar que investir nessa empreitada não seria nada fácil, mas não desistiu.

"Quando começamos a conversar com as pessoas sobre [a cadeira de rodas subaquática], os engenheiros diziam que não funcionaria, que a cadeira entraria em rotação, não tinha sido desenhada para operar na água -- mas eu tinha certeza de que funcionaria", ela contou.  Finalmente, ela encontrou um modelo especial para mergulhadores portadores de deficiência e decidiu acoplar dois desses motores à cadeira.

Esta inovação faz parte do leque de atrações da Olimpíada cultural (série de eventos que acompanha os Jogos Paralímpicos 2012).

Desde que as Paralimpíadas iniciaram (em 29 de agosto), todos os holofotes e atenções foram voltados para esse esse grande espetáculo. Com isso, retomou-se  o assunto da acessibilidade de pessoas com deficiência. Agora, acessibilidade também no esporte.

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6 de set. de 2012

Pódio verde e amarelo em Londres



Ontem, em Londres, a corredora paralímpica Terezinha Guilhermina subiu no ponto mais alto do pódio nos 100m T11(o módulo para deficientes visuais). Além de ter ganhado, o tempo de 12s01 fez com que ela se tornasse a nova recordista mundial da modalidade mais rápida do esporte. 

Este, sem dúvidas, foi um grande marco para ela e para todos que acompanham as Paralimpíadas,  pois após o episódio da prova dos 400m rasos T12, onde depois dela sentir o guia cair e abrir mão do tão sonhado ouro, vencer a prova dos 100m e bater o recorde, foi uma verdadeira conquista. “Pude mostrar ao mundo que num dia a gente pode chorar, mas no outro sorrir e dançar.”, disse a atleta.
 
Além de Terezinha, o Brasil conquistou também a prata e o bronze. Jerusa Santos, com o guia Luiz Henrique Barboza, correu em 12s75 e conquistou o segundo lugar. Guiada por Fábio Dias de Oliveira, Jhulia Oliveira, com 12s76, foi a terceira colocada. Um verdadeiro show de talentos, garra e superação. 

Ao terminar de ler essa notícia, refita sobre sua vida. De que modo você tem superado seus obstáculos? Até que ponto você está disposto a perseverar em busca de seu sonho? Aprenda com esses grandes exemplos!

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5 de set. de 2012

Entre histórias de motivação e garra, mais uma medalha de ouro para o Brasil


A dupla brasileira formada por Dirceu Pinto e Eliseu dos Santos conquistou nesta terça-feira a medalha de ouro no torneio de bocha, classe BC4, dos Jogos Paralímpicos de Londres ao derrotarem os tchecos Leos Lacina e Radek Prochazca por 5 a 3 na decisão.
Campeões também em Pequim, há quatro anos, Dirceu e Eliseu voltaram a mostrar o domínio exibido ao longo de toda a competição. A única vitória mais dura obtida pelos bicampeões foi na semifinal, em que venceram os britânicos Stephen Mcguire e Peter Mcguire por 3 a 2.
Na luta pelo ouro, os brasileiros não deram chances aos tchecos, os quais já haviam batido na fase de grupos por 9 a 0. Desta vez, os representantes do Brasil abriram 5 a 0 e até viram os adversários esboçarem uma reação, mas não deixaram o ouro escapar.
"Estou muito feliz por conquistar esta medalha. Não é só para mim, mas é para todo o meu país, onde espero que as pessoas se envolvam mais com o movimento paralímpico. O esporte pode mudar a vida das pessoas com deficiência, como fez conosco", declarou Dirceu, que sofre de uma distrofia muscular.
E você, leitor, viu alguma história nas Paralimpíadas que te emocionou? Conte pra gente e veja ela publicada aqui no blog Evaldo Costa.
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Fonte: Exame.com

3 de set. de 2012

Paralimpíadas 2012: Provas, medalhas e, sobretudo, lições de vida


Nos jogos Paralímpicos de Londres, mais três ouros para o Brasil no Atletismo. Os três nos 200m rasos. No estádio para 80 mil pessoas, construído para as Olimpíadas, difícil encontrar um lugar vago nas Paralimpíadas.

O sul-africano Oscar Pistorius conhece bem essa pista: ele disputou os Jogos Olímpicos. Desta vez, nos 200m rasos, o supercampeão e recordista mundial da prova parecia correr para mais uma vitória. Mas ele foi surpreendido por Alan Fonteles. O paranaense bateu o ídolo e ganhou a primeira medalha de ouro em Paralimpíadas.“Significa muito para mim. Significa quebra de barreiras, significa que nada é impossível. Muitas pessoas me diziam: ‘Oscar Pistorius está além, ele é de outro planeta’, mas eu mostrei hoje que não é assim. Eu também posso fazer o meu melhor e ganhá-lo”, disse o medalhista.

Bem dizia o ilustre Mahatma Gandhi: "A força não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável". Quando se tem vontade, podemos quebrar barreiras inimagináveis. Lembre-se sempre de que não há obstáculo tão grande que você não possa superar.  E quando tudo parecer estar perdido, você pode se surpreender. Acredite sempre em você! 

Continue acompanhando o blog Evaldo Costa e se surpreenda com outras belas lições de vida. Não deixe de conferir!

Entenda por que as 'Paraolimpíadas' agora se chamam 'Paralimpíadas'

Até sua última edição, em 2008, as Paralimpíadas, jogos esportivos envolvendo pessoas com algum tipo de deficiência, eram chamadas no Brasil de Paraolimpíadas. No entanto, em novembro do ano passado, durante o lançamento da logomarca dos Jogos Paralímpicos de 2016, no Rio, o nome dos jogos perdeu a letra “o” e passou a ser chamado de Paralimpíadas a pedido do Comitê Paralímpico Internacional.

A intenção foi igualar o nome ao uso de todos os outros países de língua portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, onde já se usava o termo Paralimpíadas. Além disso, a palavra "olimpíadas" é referente à outra organização esportiva, o Comitê Olímpico Internacional.A palavra vem do inglês "paralympic", que mistura o início do termo "paraplegic" e com o final de "olympics" para designar o atleta paralímpico.

Aqui, no blog Evaldo Costa, fique por dentro de todas as notícias desse evento espetacular.

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Fonte: G1

31 de ago. de 2012

O Brasil terminou o primeiro dia das Paralimpíadas com três medalhas


As competições das Paralimpiadas 2012, em Londres, mal começaram  nesta quinta-feira (30) e nossos atletas brasileiros já mostraram a todo o Mundo muita força, determinação e resultados positivos.

O nadador brasileiro Daniel Dias garantiu o lugar mais alto do pódio depois de ter sido o mais rápido a nadar os 50 metros estilo livre para homens.Também na natação, o nadador André Brasil conquistou a prata nos 200 metros medley individual para homens. Já a judoca Michele Ferreira ficou com o bronze na categoria 52 kg do judô feminino após derrotar a francesa Sandrine Martinet.

Continue acompanhando o blog Evaldo Costa e fique por dentro de todas as notícias desse evento extraordinário. Você ainda vai se emocionar bastante e refletir sobre verdadeiras histórias de superação de vida.


Não perca!

Fonte: BBC Brasil