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8 de fev. de 2010

As belezas da rica Dubai – Emirados Árabes

Pela manhã bem cedo embarcamos para Dubai, um dos sete emirados, e a cidade mais populosa dos Emirados Árabes Unidos (EAU), com aproximadamente 2.262.000 habitantes. Dubai é conhecida, mundialmente, por ser extremamente moderna, “futurista” e com enormes aranha-céus (atualmente o maior edifício do mundo encontra-se em Dubai).

O desembarque no Aeroporto Internacional de Dubai não deixava dúvidas: estávamos inegavelmente no Primeiro Mundo. Tudo um verdadeiro luxo. Agora a religião, os incríveis e antigos monumentos e todos os outros encantamentos ficariam nas nossas lembranças. A partir daquele momento estávamos diante de uma outra realidade: a riqueza, o belo, o exuberante.

Chegamos antes do meio dia, fomos ao hotel, e em seguida, caminhamos em direção ao Burj Dubai, considerado o novo prédio mais alto do mundo. A estrutura tem mais de 800 metros de altura e 160 andares. Ele supera em 300 metros o recordista anterior, o Taipé 101, que ostentava esse título desde 2004. A obra iniciou em 2004 e contou com 12 mil trabalhadores. Tiramos muitas fotos e seguimos em frente, pois havia muito para ver e fazer.

A cidade é bem estruturada e há duas linhas de ônibus para turismo: uma verde (que mostra as praias) e outra vermelha (que circula pelos principais pontos turísticos da cidade e inclui um memorável tour em uma simpática traineira adaptada para turismo). Há muitos shoppings confortáveis e um grande mercado de rua especializado em ouro. Pode-se ver gente de todas as nacionalidades.

A cozinha é internacional e o que não faltam são bons restaurantes. Mas, não podíamos voltar sem antes jantar no famoso e luxuoso restaurante no topo do hotel Burj Al Arab. Construído sobre uma ilha artificial que fica a 280 metros fora da praia de Jumeirah e está conectada a ela, por uma ponte curvada particular. É uma estrutura ícone, desenvolvida para simbolizar a transformação urbana em Dubai e para imitar a vela de um barco.

O arquiteto e consultor de engenharia para o projeto foi Atkins, a maior consultoria multidisciplinar do Reino Unido. O hotel foi construído pelo grupo Sul-Africano de construção Murray & Roberts. A construção do hotel custou $ 650 milhões.

Foram dias memoráveis, mas já era tempo de fazer as malas e deixar um dos hotéis e lugares dos mais encantadores que há neste vasto e admirável mundo em que vivemos.

5 de fev. de 2010

Oscilando e oxigenando as idéias pela Índia, Nepal e Emirados Árabes II

De Jaipur seguimos de ônibus para Agra. A distância não é tão grande assim (em torno de 200km), mas a viagem é bem desgastante. O micro-ônibus que viajamos era novo e considerado um dos melhores da empresa de turismo que nos atendeu, mas os nossos veículos de transporte são bem mais confortáveis.

Parar na estrada para ir ao banheiro ou lanchar nem pensar. A vida ao longo da rodovia é extremamente precária. Chega dar insegurança nos primeiros dias. Mas, logo percebemos que estamos em um lugar muito mais seguro do que as cidades brasileiras.

Chegamos a Agra ao anoitecer e fomos diretos ao Hotel. Daí, jantamos e descansamos para apreciar os passeios do dia seguinte. As atrações turísticas de lá valem a pena e pagam cada centavo da viagem. A começar pelo imponente Taj Mahal, símbolo do amor eterno, foi resumida por Ghalib, o famoso poeta urdu, como uma rejeição do amor de um homem comum para sua amada, em cuja memória não se pode construir um monumento de tal grandeza.

A primeira visão logo na entrada revela um mausoléu de mármore branco, com quatro grandes torres alinhadas (uma de cada lado) e refletidas na água que percorre os jardins ornamentais formando uma visão inigualável.

O Taj Mahal foi classificado pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade e é tido como uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. A história revela que três grandes mestres trabalharam em seus desenhos: o persa Ustad Isa, o italiano Gieronimo Veroneo e o francês Austin de Bordeaux.

A sua arquitetura é totalmente maometana. Os trabalhadores mais especializados (escultores, pedreiros, artesãos...) vieram de Bagdá, Constantinopla, entre outros centros da fé islâmica. O seu interior foi ornamentado com pedras semipreciosas e a cúpula costurada com fios de ouro. Cerca de 22.000 operários trabalharam na obra e sua construção durou 22 anos.

Há outras atrações, como o Forte de Agra construído em arenito vermelho maciço na margem do Rio Yamuna. Algumas mesquitas famosas como Moti Masjid (Mesquita Pearl) e Nagina Masjid (Mesquita Gem) ficam nos limites do Forte. Mas, precisavamos seguir viagem. Embarcamos no aeroporto mlitar de Agra (lá não há aeroporto civil) em direção a Deli.

A beleza natural de Jaipur

Uma cidade encantadora. Chegamos pelo aeroporto e fomos para o hotel Trident (um cinco estrelas de nível internacional). Aliás, em toda a viagem, só ficamos em hotéis de primeira linha. Um conforto que valeu a pena. Depois de um dia com longas caminhadas, repousar com conforto faz muita diferença.

A cidade é bem legal e seus pontos turísticos são fascinantes. Pela manhã, uma boa pedida é conhecer o Forte Amber, considerado o mais belo exemplo de construção Rajasthani. Lá, você viverá a incrível experiência de subir uma colina montado em um Elefante. A experiência vale cada passo da subida ingrime, além do passeio apresentar uma vista exuberante.

Você vai se divertir muito, mas não fique o tempo todo admirando as brincadeiras dos elefantes com as trombas. Tudo é motivo para os guias pedirem dinheiro. Aliás, você precisa andar sempre com trocado no bolso, pois para quase tudo há que se dar gorjetas.

Há alguns monumentos a serem visitados, além de um observatório chamado Jantar Martar, um dos cinco mais importantes observatórios contruídos por Sawai Jai Singh. O mercado de tapedes e seda é um caso a parte. É preciso ter muito controle para não se endividar. Trabalho manual de alta técnica e qualidade. É verdadeiramente fascinante. Além disso, as técnicas e facilidades para vender são admiráveis. Creia: não há como voltar de mãos vazias.

1 de fev. de 2010

As maravilhas de Nova Deli

Nova Deli (ou New Delhi em Inglês) é um lugar impressionante. Não tive muito tempo livre para conhecer a cidade, uma vez que a agenda de trabalho estava no limite. Mas, deu para visitar alguns pontos turísticos como andar pelas ruas da antiga Deli. Uma experiência única, caminhar junto a uma multidão com bicicletas, triciclos e motos circulando desordenada e rapidamente. Incrível como não se trombam todo o tempo.

Visitar o memorial de Mahatma Gandi, o Forte Vermelho (Red Fort), e uma das maiores mesquitas da India, será certamente pontos que o turista não deve deixar de conhecer. Mas, quem anda pela cidade velha e também pela área nova não tem ideia de como é o lado rico de Deli. Por lá, há shoppings com marcas famosas, só se vê carros de luxo e muita gente bacana. Nas ruas só mesmo os automóveis (motos e veículos de três rodas, muito raro).

O turista ao chegar nessa parte da cidade terá dificuldade para acreditar que está na Índia. Vale a pena conferir, até porque os preços (apesar de mais caros que no mercado do centro) são bem atrativos.

30 de jan. de 2010

Mumbai a capital econômica e cultural da Índia

A primeira parada foi Mumbai. Os indianos consideram a cidade como sendo a mais importante economicamente. Para eles, Nova Delhi é a capital política e Mumbai a econômica e culural. A ciadade é desenvolvida e bem interessante. Há muitos pontos turísticos para serem visitados. Um deles é a estação de trem com passagem, segundo eles, de mais de 200 mil pessoas diarimante. Realmente, pude comprovar que entrar para conhecê-la é um desafio e tanto.

Além das caminhadas pelo portal da India (Gateway of India), bem no coração da cidade, não se deve deixar de visitar a Elephanta Island (Ilha Elefanta em Portugês). A interessante travessia de barco leva uma hora até a ilha. Chegando lá pode-se pegar um trenzinho muito simpático que nos levará até o pé da montanha. De lá, é subir escadarias que parecem nunca terminar.


Quando pensávamos não ter mais fôlego, chegamos ao topo é comprovamos que a vista é encantadora e que a escalada vale cada degrau conquistado. As grutas, consideradas Patrimônio da Humanidade, pela UNESCO em 1987, e escavadas pelo homem entre os anos 450 e 750 da nossa era, é um espetáculo a parte. Lá fica a deusa Shiva e sua história.

Cuidado mesmo é com os macacos que nos acompanham todo o tempo e podem no menor descuido apanhar objetos dos turistas. O que é motivo de muita diversão e zombaria quando algo assim acontece. Os comerciantes também são muito insistentes. Se você olha alguma coisa terá uma grande dor de cabeça para livrar-se deles sem comprar algo. Mas todos educados e gentis.

27 de jan. de 2010

Oscilando e oxigenando as idéias pela Índia, Nepal e Emirados Árabes

Uma forma eficiente de aprender é conhecendo de pertos outras culturas. Foi o que fiz neste início de ano. Aproveitei a agenda de trabalho na Índia, para ver de perto como vivem as pessoas daquela região do planeta. Vou começar pela Índia e a cada inserção revelarei uma experiência diferente.

O país é tecnologicamente bem desenvolvido, o povo religioso e carente. O turista assim que chega se sente um pouco inseguro, mas logo descobre que o índice de violência é baixo e que o povo é amável. Servem com satisfação. É fascinante conversar com eles. Todos muito atenciosos e gentis.