25 de mar. de 2010

Diligência é a mãe da boa sorte

Benjamin Franklin costumava dizer a frase acima. Tem gente que passa a vida em busca da sorte. Tudo que lhe acontece pode significar um palpite para ganhar. A sorte é muito importante, pois gera uma força poderosa para fazer as coisas acontecerem.

O que muitos esquecem é de se preparar para ter mais sorte. Como assim? Há como se preparar para ter mais sorte? Sim, claro que há! Basta seguir os passos abaixo:

1. Prepare-se - Trabalhe duro para estar pronto para as oportunidades que lhe são importantes. Assim quando a sorte surgir você estará pronto para ela;

2. Esteja acordado - Preste atenção nas pessoas, eventos e tudo que estiver ao seu redor. Daí, avalie usando a lógica e confie em seu instinto;

3. Aja logo – Não espere a sorte chegar, vá à caça dela. Explore, descubra novas oportunidades, assuma riscos e faça contatos regulares com a sua rede de relacionamentos. É como disse o filósofo romano Sêneca: "Sorte é o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade."

4. Confie nos resultados positivos - O otimismo aumenta suas chances de encontrar a sorte.

Agora que você sabe como ter sorte, vá encontrá-la.


Pense nisso e tenha um ótimo dia!

24 de mar. de 2010

Seja um líder vencedor em tempo de “vacas magras”

Quem trabalha com vendas costuma brincar dizendo que “tudo vai bem, quando tudo vai bem”. Pode parecer engraçado, mas quem trabalha com metas sabe que é o mês todo de pressão e apenas algumas horas de comemoração, quando a meta é alcançada. Portanto, se você lidera equipe que trabalha neste ritmo é bom saber que três dicas podem ajudar a converter falta de vendas em faturamento gordo.

1. Seja aberto e honesto com a equipe - Compartilhe tanta informação quanto possível. Converse com os seus subordinados, pares e superiores. Mesmo quando a situação não for muito favorável, devido à falta de vendas. Permita que às pessoas discutam o que está acontecendo, façam perguntas e deem suas opiniões;

2. Motivar e incentivar. Nunca diga que “a porta da rua é serventia da casa”. Ao invés disso, mostre que você aprecia os seus esforços, especialmente se eles estão trabalhando mais para tentar superar a falta de vendas. Apoie e dê feedback positivo sempre que puder;

3. Oferecer treinamento e desenvolvimento - Bons programas são investimentos preciosos para encontrar oportunidades ou relembrar estratégias adormecidas. Afinal de contas, é como disse Malcolm Gladwell: “Sucesso é realização mais preparo”.

Pense nisso e tenha um ótimo dia!

22 de mar. de 2010

Ser produtivo e feliz só depende de você

Você tem muita atividade e não está conseguindo dar conta do recado? Pois, saiba que esse não é um “privilégio” seu. A maior parte dos que moram nas grandes cidades convivem com muitas tarefas e falta de tempo para cumprir com as obrigações. Mas, com um pouco de disciplina, atenção e seguindo a dicas abaixo, você poderá ser mais eficiente.

1 - Adote agenda de atividades – mantenha agenda classificando os itens mais importantes. É uma decisão simples, mas que o ajudará muito a fazer o que interessa;

2 - Permaneça à frente da programação - É muito importante manter a organização e ater-se aos prazos estabelecidos. Caso não se discipline e cumpra o estabelecido, de nada adiantará adotar agenda;


3 - Faça com que as pessoas saibam que você é organizado – quando os colegas percebem que você é rigoroso com relação ao tempo e atividades, eles evitarão ocupá-lo com baboseiras;

4 - Revise e reprograme – Todos os dias revise as atividades e reprograme o dia seguinte. Leia a sua agenda três vezes ao dia (no inicio das atividades, no meio da jornada e ao final do dia de trabalho).

Finalmente, anote em sua agenda, e leia três vezes ao dia, o que nos disse Michael Althsuler: "A má notícia é que o tempo voa. A boa notícia é que você é o piloto."

Pense nisso e ótimo dia.

21 de mar. de 2010

Um atleta corre 100 quilômetros para vencer 100 metros

Você já conversou com um atleta que se prepara para uma importante competição? Se perguntar como ele está se sentindo, dirá provavelmente que odeia a rotina de treinamentos. Todos os dias, corre quilômetros como se fosse um desocupado. Por mais que já tenha vencido, quase ninguém o reconhecerá. Ao invés de palavras de incentivo, muitas vezes, é ofendido com insultos por quem cruza o seu caminho.

Mas, o atleta sabe que a quantidade dá experiência. Sabe que terá que percorrer mais de 100 quilômetros se quiser ganhar a prova dos 100 metros. Se desejar vencer não poderá nunca pensar em reduzir o ritmo e muito menos desistir. Para ser um vencedor ele deverá criar algo positivo para aliviar o seu cansaço, trabalhar duro e de forma inteligente, dar atenção não apenas o lado físico do corpo, mas também o espiritual, psicológico e emocional.


Nos momentos em que o corpo não estiver mais resistido, ele deverá lembrar-se das sábias palavras de Louis L`Amour: “Chegará um momento em que você acredita que tudo está acabado. Esse será o começo".

Pense nisso e ótimo dia.

19 de mar. de 2010

Ninguém consegue ser feliz sozinho

Olá amigos leitores, tenho recebido alguns comentários que me incentivaram em uma nova iniciativa, voltada totalmente para vocês.

O concurso “Ninguém consegue ser feliz sozinho” tem como principal objetivo trocar experiências entre os seguidores, de forma a contribuir para o desenvolvimento profissional e pessoal de cada um.

Você deve enviar uma história, com título, sobre uma dificuldade, situação adversa ou imprevisto, vivido por você, conhecido, familiar ou colega de trabalho, que tenha causado uma modificação no envolvido. É importante ressaltar a primeira impressão do sujeito no caso.

Para participar, o leitor deve mandar nome, email, cidade e telefone de contato.

“Ninguém consegue ser feliz sozinho” começa a publicar suas histórias em Abril, então, não perca mais tempo e comece a participar. Você pode enviar quantos emails quiser para blogdoevaldo@yahoo.com.br

Estou esperando o seu caso, para que possamos nos conhecer melhor!

Um forte abraço,
Evaldo Costa

Não piso fora de casa sem dar o melhor de mim

Você gosta das coisas boas da vida? Acha que vale a pena viver intensamente os momentos mágicos que ela nos proporciona? Então faça por onde merecer. Dê o melhor de si em todos os momentos. Viva a vida intensamente. Aceite com alegria o maior presente de Deus.


Daí, nunca saia de casa sem antes olhar-se no espelho e recitar: “hoje eu vou dar o melhor de mim”. Leve essa frase no bolso e a leia pelo menos três vezes ao dia. Lembre-se, também, do que nos ensina Luiz Fernando Veríssimo: "Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.

Desconfie do destino e acredite em você!

Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."

Antes do merecido descanso ao anoitecer, recite: “obrigado Senhor por tudo que me proporcionou hoje. Eu fiz por merecer!”

Pense nisso e ótimo dia!

16 de mar. de 2010

Ninguém joga com cartas marcadas

Algumas vezes amamos a vida, outras nem tanto. Todos adoramos triunfar. Se pudéssemos, escolheríamos ganhar o tempo todo. Só que isso não é possível. Alguns momentos ganhamos e comemoramos em outros perdemos e choramingamos.

A vida é desse jeito e temos que aprender a vivê-la de acordo com suas regras. Ela nos ensina a plantar e a colher. Se plantarmos flor, colheremos rosas; se plantarmos carinho, colheremos sorriso; se plantarmos ambição, colheremos oportunidades; se plantarmos vento, colheremos tempestades. Tudo depende do que se planta, afinal de contas, na vida fazemos colheita e não coleta.

A vida nós aconselha a ter ambição, pois ela é alimentada pela compaixão, sabedoria e integridade, que formam uma força poderosa para construir o bem e abrir as portas da oportunidade.

Mas, saiba que nessa vida, ninguém joga com cartas marcadas: às vezes ganhamos e outras perdemos…. Não vá se iludir achando que trapaceando poderá enganá-la e ganhar sempre!

Finalmente, é como dizia S. Brown: “A vida simplesmente dá, a cada pessoa, tempo e espaço. Depende de você enchê-los de alegria."

Pense nisso e ótimo dia!

15 de mar. de 2010

Considerações finais de nossa Missão Técnica

Costumo dizer, e aproveito a oportunidade para ressaltar, que não basta saber, é preciso fazer. O saber por si só não leva ninguém a lugar algum. O fazer sozinho pode levá-lo até ao meio do caminho. O sucesso é fruto do conhecimento, Habilidade e Atitude. Atravessar o Oceano Atlântico e voltar de mãos vazias dizendo que não viu ou ouviu nenhuma novidade é preocupante.

Assim sendo, costumo dizer que assistir a uma palestra (por pior que ela seja) e não aprender nada é sinal de que há um enorme problema e pode apostar que não é com o conferencista. Sempre há pelo menos uma coisa para ver e aprender. Se a pessoa assiste a seis palestras (pelo menos seis aprendizados devem absorver). Se isso não aconteceu, realmente, não valeu a pena ir tão longe.

É como nos ensina Sêneca: "Não é porque certas coisas são difíceis que nós não ousamos. É porque nós não ousamos que tais coisas são difíceis".

11 de mar. de 2010

A roundtable internacional

Faz parte da tradição do ICBR reunir os participantes e convidados para, no último dia, discutir os principais pontos dos eventos. A ideia é ouvir as partes e gerar um paper resumindo os principais tópicos. Este ano, a roundtable foi um pouco acanhada.

O grupo dispersou (esse ano houve uma novidade, os inscritos receberam voucher de U$200,00 para trocar por mercadorias nos expositores) e os convidados de outros países só podiam participar no final do último dia do evento. Infelizmente, nesta ocasião a maioria dos integrantes do nosso grupo havia deixado o evento.

Mas, nem por isso deixamos de realizar o encontro. Agradecemos aos dois ilustres convidados (um nacional e outro internacional) que se fizeram presentes e aos integrantes do nosso grupo pelas ricas contribuições.

A tarefa é árdua, mas devemos nos lembrar das sábias palavras de Gabriela Mistral ‘“Dai-me, Senhor, a perseverança das ondas do mar, que fazem de cada recuo um ponto de partida para um novo avanço”.

10 de mar. de 2010

A nossa participação na Convenção

O evento é composto de Exposição (montadoras, fornecedores e prestadores de serviços) e parte educativa. Na exposição, chamou atenção à ausência da GM que pela primeira vez, desde que o evento existe, deixou de participar. Naturalmente, a crise financeira americana e o péssimo momento da empresa, justificam a ausência.

Já a parte educativa ofereceu muitas palestras. Infelizmente, a agenda é apertada e apesar da variedade de assuntos, não é possível acompanhar mais do que 12 palestras. Seis delas tiveram tradução simultânea para o Português, Russo, Italiano e Espanhol.

A área de exposição é ampla (apesar de que este ano foi bem menor em função da crise) e encerrava às 17h, quase ao mesmo tempo das palestras. Daí, se a pessoa se interessasse muito pela parte educativa, acabava não acompanhando às novidades dos expositores. Como foi o meu caso. Mas, é como diz o ditado “não dá para fazer omelete sem quebrar os ovos”.

Eu admiro muito a postura dos americanos no que eles fazem melhor: marketing. Há sempre novidades. Muitas vezes os assuntos se repetem, mas nunca com a mesma abordagem. É como comer carne. Podemos temperá-la de vários modos. Quem não estiver com olhos e ouvidos atentos, acaba abandonando algumas palestras antes do final. Daí quase sempre perde-se a sobremesa.

A cada ano há um tema predominante. Este ano, o assunto “quente” foi a Mídia Social. Algumas das palestras mais concorridas abordavam o tema. É a primeira vez que o assunto é tão comentado no setor automobilístico americano. Aqui no Brasil, parece que o assunto não causa muito interesse no setor. Por aqui, ainda não consolidamos o uso da Internet como canal de comunicação. A Mídia Social, não necessariamente, mas naturalmente, vem depois de dominada a Internet e suas ferramentas de marketing.

Mais cedo ou mais tarde, o assunto ganha força por aqui, também. Seguramente, foi uma grande oportunidade para se atualizar e saber o que pensam a rede de distribuição da maior economia do planeta. Agora é escolher algo e implementar, caso contrário, não haverá progresso. Afinal de contas, nos ensina Franklin Delano Roosevelt: "O progresso é realizado pelos homens que fazem e não pelos que discutem de que modo as coisas não deveriam ter sido feitas"

6 de mar. de 2010

A abertura da convenção da NADA de 2010 – Continuação

Já o presidente e CEO da Volkswagen, Stefan Jacoby, revelou que a marca está alocando volumosos investimentos no mercado norte americano para alcançar a meta de produzir 800 mil unidades anuais até 2018.

Para atingir a essa ousada meta de crescimento, disse Jacoby, a Volkswagen foca cinco pilares: produção, organização, produtos, marca e a rede de distribuição. Segundo ele, a marca saiu da décima sexta para a quinta posição no ranking de satisfação dos concessionários americanos com o fabricante alemão.

Para o bem humorado CEO da Autonation Michael Jackson, o varejo automotivo terá que se adaptar e a uma nova fase. Encantar os consumidores, que estão mais seletivos na hora da compra, será um dos grandes desafios. Para ele, o “sistema push de produção” (que parte do princípio que a pressão dos estoques ajuda a vender) precisa ser repensado.

Para ele, o setor automotivo deve se espelhar no modelo de varejo do Walmart: ouvir o consumidor para saber o que produzir. E concluiu: “Nós não podemos perder a oportunidade de oferecer ao cliente, carros que atendam às suas necessidades”. Fazendo, quem sabe, referência à indústria automobilística japonesa e coreana que vem crescendo no mercado norte americano.

4 de mar. de 2010

A abertura da convenção da NADA de 2010

A cerimônia de abertura da Convenção da NADA é quase sempre muito interessante. A média de público neste evento fica em torno de duas mil pessoas. Antes das apresentações de ilustres convidados, há shows que valem realmente a pena assistir. Eles, também, aproveitam a cerimônia para entrega de prêmios para os concessionários com melhor desempenho no ano anterior.

Os convidados para palestrar na cerimônia deste ano, foram o presidente e CEO da Volkswagen Stefan Jacoby, CEO da Autonation Michael Jackson, além do chairman da NADA 2009, John McEleney.

McEleney falou dos gigantescos desafios enfrentados em 2009 pela rede de distribuidores americanos, em função dos problemas econômicos enfrentados pelo seu país. Dentre os quais, citou os esforços para aumentarem o número de associados para fortalecer a rede, que contabilizou o menor volume de vendas desde a Segunda Guerra Mundial. Além disso, mais de duas mil concessionárias fecharam as portas reduzindo substancialmente o número de associados.

Ao se referir aos gigantescos problemas de GM e Chrysler revelou: “O capital criado ao longo de muitos anos com essas empresas foi exterminado pelo golpe de uma caneta”. Para ele, a ajuda do governo será fundamental na reestruturação das fabricantes americanos.

3 de mar. de 2010

A terceira empresa visitada na Flórida, Estados Unidos

A terceira visita ocorreu por volta das 16h30min em uma concessionária da marca GM. Saímos de lá ao anoitecer. Foi uma visita de impressionar até aos mais experimentados no varejo automotivo.

Além de bem administrada a concessionária conta com um processo de venda de F&I muito bem estruturado. Não é por acaso que eles são líderes de vendas deste produto na Flórida e um dos primeiros colocados em todo o território americano.

O processo de venda deles é simples, porém eficaz. Tenho 36 anos de experiência no varejo automotivo e essa foi a primeira vez que assisti à uma apresentação tão convincente.

O F&I daquela empresa é composto de um processo moderno de informatização e as pessoas são bem treinadas para vender os produtos. O cliente se sente confortável e seguro com a forma com que os produtos são apresentados. Tanto assim, que em 96% das vezes os clientes compram alguma coisa.

A eficácia do método se comprova ao constatar que 35% do lucro líquido da área de vendas de autos novos advêm dele. Eles atribuem a sobrevivência da empresa (lembrando de que em torno de 1.600 concessionárias GM fecharam as portas, nos Estados Unidos, devido à crise financeira que afetou tremendamente a indústria automobilística) ao sistema de vendas do F&I.

Foi realmente um dia muito produtivo para o nosso grupo. Todos puderam interagir com as lideranças, esclareceram as dúvidas e coletaram material para as suas pastas de viagem.

1 de mar. de 2010

A segunda visita

A segunda visita ocorreu por volta das 13h30min em uma concessionária da marca Volkswagen. A empresa não apresentou tantas novidades como na anterior, mas tinha uma boa estratégia de relacionamento com o consumidor e aparentava fazer o “dever de casa” bem feito.

A Volkswagen passa por um bom momento no mercado norte americano. Os investimentos programados pela marca para o mercado americano em 2010 são volumosos e visam garantir o alcance da meta de produzir 800 mil carros por ano até 2018 naquele mercado. Foi o que disse o presidente e CEO Stefan Jacoby em sua apresentação na abertura oficial do congresso da National Automobile Dealers Assocoiation - NADA.

Outro fator que conta a favor da marca é a crise financeira que “empurra” o consumidor norte americano para carros mais econômicos, o que é vocação da Volkswagen. Além disso, os problemas de recall enfrentados recentemente pela Toyota e Honda e a crise da GM poderão contribuir para que a marca alemã ganhe market share.

Todavia, se vai ou não ocorrer o crescimento esperado pela marca, isso não sabemos, mas pelo que vimos de perto, não há dúvida de que não serão economizados esforços para que ocorra a primeira grande façanha da VW naquele mercado.